Paris: Museu de Rodin e Torre Eiffel

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vou contar um pouco sobre como foi nosso segundo dia em Paris, com os passeios e alguns, então fiquem ligados.

Acordamos cedo e fomos procurar algum lugar para tomar café na região, acabamos parando no La Chope Daguerre, um restaurante que pareceu ser bem antigo e tradicional no local, o único problema, na minha opinião, foi o cheiro forte de cigarro, mas isso é muito comum em Paris, já que lá é permitido fumar em lugares fechados, então caso você também não goste muito do cheiro do cigarro vai ter um pouco de dificuldade de encontrar lugares para comer.

Depois do café pegamos o tour de ônibus da empresa Paris L’ open Tour , um dos pontos dele fica pertinho do hotel, já que ele ficava próximo as catacumbas, e dá para ir andando. Nós já tínhamos comprado os tickets pela internet, que também podem ser adquiridos no ônibus com o motorista, ao custo de € 32,00 mas infelizmente não posso dizer que indico essa empresa, achamos o áudio com as explicações muito ruins e dessincronizadas, no final estávamos pegando o ônibus mais para se locomover do que para conhecer a história do lugar.

Nossa primeira parada de ônibus foi para conhecer o museu de Rodin (que fica quase que ao lado do Musée de l’Armée ou Hôtel des Invalides e do mausoléu de Napoleão, que fomos em outro dia), o ingresso foi comprado lá mesmo e o valor normal dele é € 10,00, mas para menores de 25 anos custa € 7,00, como chegamos cedo não pegamos nenhuma fila e foi tudo muito tranquilo. O museu foi inaugurado em 1919 e possui o maior acervo de Auguste Rodin, com cerca de 6.600 esculturas de diversos materiais, além de pinturas, rascunhos e fotografias, todos assinados pelo artista ou relacionados a ele de alguma forma. Já o jardim é um passeio a parte, entre um canteiro e outro você pode ver algumas de suas obras. Vale a pena ir com o tempo bom para conhecer suas belezas e aproveitar bem o local.

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Pegamos nosso ônibus e fomos conhecer a famosa Torre Eiffel, já tínhamos comprado nossos ingressos pela internet e custou € 17,00 com direito a acesso aos três andares da torre, como eles são com horário marcado foi bem tranquilo e não tinha fila. Chegando perto da torre você consegue ver o quanto ela é bonita e enorme, por isso quem tem muito medo de altura é melhor pensar bem, antes de comprar os ingressos, pois meu noivo já tinha comprado o ingresso para ir ao topo da torre com a gente, mas chegando no meio do caminho o elevador ( que por sinal são os mesmos que Gustave Eiffel instalou em 1899) faz uma parada, para quem comprou só até aquela parte, como descemos para conhecer, ele ficou bem assustado com a altura e não quis ir ao topo depois.

Mas para quem não tem medo de altura vale muito a pena subir ao topo, a vista é linda. Só tenha muito cuidado com seus pertences pois naquela região tem muito perigo de assalto e eles estão sempre alertando para tomar cuidado até lá dentro da torre. Depois de descer fomos tirar algumas fotos e comer crepe de chocolate perto do carrossel, uma delícia.

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Pegamos o ônibus para conhecer um pouco mais de Paris, mas o transito estava muito ruim e por isso decidimos saltar pouco depois do Louvre, e aproveitamos para andar um pouco pela região e conhecer melhor a cidade. Como estava chovendo um pouco, decidimos voltar para o hotel mais cedo e pegar o metrô, ao entrar na estação percebemos que estávamos sendo seguidos por dois homens, que não fizeram a menor questão de disfarçar, mas conseguimos despistar eles dentro da estação de metrô (sim, algumas estações são tão grandes que é possível fazer isso), como acabamos entrando na baldeação “errada” para despistar os dois homens, percebemos que estávamos perto do museu de Rodin e que por ali tinha o ponto do nosso ônibus, já que estávamos nos sentindo um pouco inseguros decidimos pegar o ônibus e voltar para o hotel.

A maioria dos turistas em Paris estão acostumados com o padrão europeu de segurança, então as pessoas “dão moles” que nós no Brasil não costumamos dar, como andar com celular no bolso de trás com metade dele para fora, deixar a mochila nas costas em um trem mais vazio, o que dá chance aos bandidos tipo “mão leve”. O grande problema para a gente nesse dia foi que não esperávamos algumas abordagens mais ostensivas como vimos, de sermos seguidos ou apontados por alguns grupos, além de sequer entendermos o que as pessoas falavam ao nosso lado, por isso nos sentimos muito inseguros nesse momento. Mas nos dias seguintes, foi como disse o meu noivo: Nós entramos com a mentalidade de quem mora no Rio de Janeiro, e passamos a ter mais atenção no entorno, o que nos deu mais segurança.

Então como eu já tinha falado que não ia esconder nada de vocês, Paris não é um mar de rosas, essa foi nossa segunda decepção, pois vimos que não é muito seguro andar por Paris e você tem que estar sempre atento ao seu redor.

Beijos e até a próxima

Cintia

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