Chegando no Ushuaia

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vamos falar como foi minha viagem para o Ushuaia e minha experiência na neve, já que esquiar era um sonho desde criança. Como já comentei, o destino foi escolhido exatamente devido a neve, apesar de ser o final da temporada de inverno, na época que eu fui (Setembro/Outubro) ainda foi possível ver um pouco de neve caindo, mas o que estava no chão, congelado, já estava derretendo e virando lama. O lado positivo dessa época, foi ter conseguido uma promoção muito boa no melhor hotel de Ushuaia, por ser baixa temporada.

Compramos nossas passagens pela Aerolineas Argentinas, que era a única companhia que tinha voo nas nossas datas. Tivemos que finalizar a compra pelo telefone, pois o site da companhia era muito ruim e não conseguíamos efetuar a compra. Já tínhamos pesquisado sobre a companhia e muitas pessoas já falavam que eles trocavam muito os horários de voo e por isso tínhamos que ficar bem atentos, e foi exatamente o que aconteceu na nossa escala de Buenos Aires para Ushuaia, que aumentou muito o período de tempo de espera e por isso acabamos optando por dormir em algum hotel para descansar.

Chegamos em Buenos Aires de madrugada, por volta de uma da manhã, e como já estava muito tarde decidimos pagar mais caro pra pegar um transfer dentro do aeroporto do que táxi na rua, pois não temos boas lembranças dos taxistas em Buenos Aires. A empresa que fez nosso transfer do aeroporto X hotel foi Tienda Léon, pagamos 330 pesos em uma viagem de mais ou menos vinte minutos.

Fechamos nosso hotel pelo booking, e como já havia falado, nosso horário de voo mudou muito em cima, então não conseguimos pesquisar direito. Porém nosso hotel, Palo Santo, nos surpreendeu muito, mesmo considerando o pouco tempo que ficamos. É um hotel bem pequeno, mas confortável e com uma pegada ecológica, fomos muito bem recebidos ao chegar no hotel, e quando fomos para o quarto tinha até um chocolate em cima da cama. O quarto era bem espaçoso e limpo, deu até vontade de ficar mais tempo no hotel, ao fazer check out recebemos um alfajor e não foi nos cobrado o consumo de uma garrafa d’agua do frigobar do quarto. Então só tenho pontos positivos sobre o hotel, super recomendo, apesar de ter ficado pouco tempo nele.

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Pedimos ao recepcionista do hotel chamar um táxi para a gente logo pela manhã e fomos para o aeroporto, e o mesmo trajeto que tínhamos feito a noite, dessa vez tinha dado apenas 170 pesos. Chegamos no Ushuaia por volta das 19:30 e a empresa Brasileiros no Ushuaia já estava lá para fazer nosso transfer aeroporto X hotel, tínhamos fechado com essa empresa alguns passeios e por isso ganhamos o transfer do aeroporto. Foi tudo fechado por e-mail, ainda no Brasil e foi a melhor coisa, os guias eram muito simpáticos e prestativos, foi avisado por e-mail que eu era vegetariana e todos os passeios que tinham lanche ou almoço eles faziam algo diferente pra mim e era tudo muito gostoso.

Infelizmente devido a neve não estar caindo muito naquela época, o nosso passeio aventura e neve foi cancelado, por isso optamos passar na agencia antes de ir para o hotel, pois já estava pago e tínhamos que escolher um outro roteiro para esse dia. Decidimos com a ajuda de um dos funcionários da agência, colocar dois passeios em um dia e com isso ter um dia livre no nosso hotel para poder desfrutar da estrutura que ele oferecia.

Nosso hotel foi o Arakur, fechamos ele pelo booking. Nunca tínhamos ficado em um resort, era tudo maravilhoso, quarto espaçoso e limpo, tinha chocolate na cama todos os dias e por ser lua de mel fomos recebidos no quarto com chocolates e uma garrafa de vinho. Como o hotel fica em cima de uma montanha, a vista dele é linda, infelizmente isso faz com que ele fique um pouco mais longe do centro, mas isso não é problema já que ele oferece transfer todos os dias de hora em hora para o centro. Chegando lá nós descobrimos que esse foi o mesmo hotel onde Leonardo Dicaprio ficou quando estavam terminando as filmagens do filme O Regresso.

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Como chegamos tarde no hotel, decidimos jantar lá mesmo e reservamos uma mesa no restaurante da casa. A comida era muito boa, mas era um pouco mais caro do que nos outros restaurantes em que fomos, no total pagamos 1,100 pesos com garrafa de vinho. Por ser lua de mel, ganhamos de sobremesa chocolates e taça de espumante.

Beijos e até a próxima

Cintia

 

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Quatro dias em Amsterdam

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vamos falar como foi nossa viagem para Amsterdam, e como nos surpreendemos positivamente! É claro que para conhecer Amsterdam, você precisa ter uma cabeça bem aberta, pois realmente o lugar é bem diferente do que estamos acostumados a ver.

Fomos de táxi do nosso hotel de Paris para a estação de trem, pois tínhamos muitas malas e para a gente era a melhor opção. Pegamos o trem na Gare du Nord às 10:16, pagamos 35 euro por pessoa. Chegando em Amsterdam decidimos pegar um táxi para o hotel, ele deu algumas voltas pois algumas ruas eram contra mão para chegar ao estabelecimento, porem assim que chegamos, percebemos que ele ficava muito próximo a estação de trem, então se você estiver com poucas malas e sem problemas para andar, não vale muito a pena pegar o táxi, pois acaba saindo um pouco caro pela distância.

Fechamos nosso hotel pelo Booking e optamos por ficar no Tulip Inn Amsterdam Centre, que aparentemente trocou o nome para XO Hotels City Centre, sua localização era muito boa, fazíamos tudo a pé, o que eu não gostava mesmo era do cheiro do nosso quarto, como o hotel parece ser um pouco mais velho, o cheiro do quarto era bem forte, mas depois de um tempo você se acostuma.

Após fazer nosso check in no hotel, fomos dar uma volta para nos familiarizarmos, passamos pela praça Dam, que é um dos principais pontos turísticos da cidade, foi construída em 1270, época em que abrigou muitas brigas, protestos e momentos bem importantes da história do país. Hoje em dia ela é uma praça bem movimentada e alegre, que abriga alguns artistas de rua e pombos.

Depois fomos conhecer o Red Light District ou Bairro da Luz Vermelha, que também é um lugar famoso em Amsterdam, lá existem algumas janelas, como se fossem vitrines, onde mulheres oferecem seus serviços. No bairro também existe casas de shows, coffee shops, sex shops, museus, bares e a igreja mais antiga da cidade. Como fomos ainda cedo, não vimos nada demais, estava até pouco movimentada.

Fomos então comer as famosas batatas do Manneken Pis, elas são fritas na hora e servidas em um cone de papel, existem vários tamanhos e molhos. Como o local é considerado o melhor da região, sempre tem uma filinha, mas vale a pena, ainda mais para quem adora batata frita, assim como eu!

Voltamos para descansar no hotel e nos arrumarmos para mais tarde, por volta das 22:00 horas saímos para conhecer o Red Light District como ele realmente é, existem mulheres de todos os tipos e gostos, e até algumas que não parecem ser mulheres. Elas ficam se exibindo na vitrine de fantasia, biquíni ou lingerie, batem no vidro para chamar atenção de alguém, e quando dá tudo certo a pessoa entra e elas simplesmente fecham a cortina da sua vitrine. Algumas casas contam com seguranças para evitar que os turistas fiquem tirando fotos das meninas, mas em algumas não tem, então caso algum abusado tire uma foto dela, ela mesma sai da janela e corre atrás dele, como nós vimos acontecer! Achei o local bem diferente e animado, muitas famílias, casais e amigos, bem tranquilo de andar.

No dia seguinte fomos andando para o Heineken Experience, que é uma atração feita na primeira cervejaria da Heineken. Em 1988, a cervejaria fechou por não conseguir atender à alta demanda, então hoje em dia, você pode fazer um tour por ela e aprender sobre o processo de fabricação da cerveja.

Da Heineken Experience fomos andando para o Albert Cuypmarkt, que é um mercado de rua famoso no mundo inteiro. Essa é a maior feira a céu aberto da Europa e também a que mais recebe visitantes na Holanda. Nessa feira tem de tudo um pouco, barracas de roupas, acessórios, flores, comida e a famosa stroopwafels holandesas.

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Depois fomos ao museu nacional, ou Rijksmuseum, que fica situado na praça dos museus, bem atrás das letras I Amsterdam, que também merece uma foto, mas não é nada fácil, já que o local é bem movimentado e sempre tem gente tirando foto. Já o Rijksmuseum é um dos museus mais importantes da Europa, nele é possível ver obras dos pintores Rembrandt, Hals, Vermeer, entre outros artistas holandeses.

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Do museu, pegamos um tram para o Bloemenmarkt, que é o mercado de flores flutuante de Amsterdam, ele existe desde 1862, e por isso é tão importante e simbólico para a cidade. No mercado de flores é possível encontrar muitas espécies de bulbos, sementes, cactos e flores. As mais populares são as tulipas, mas também tem orquídeas, begônias, amarílis. O local conta também com muitas lojas que vendem lembrancinhas e souvenirs, por ser uma área bastante visitada pelos turistas.

Pegamos um outro tram e fomos para a praça Dam, demos algumas voltas por ali e depois fizemos o tour de barco, que foi bem legal para conhecer um pouco mais da cultura deles e como vivem. Após o tour de barco fomos para o hotel descansar para o próximo dia de passeio.

No outro dia pegamos o tram e fomos conhecer o museu da Anne Frank, eu não li o livro que reproduz o diário dela, mas tinha muita vontade de conhecer a fundo sua história, mesmo sabendo o quanto era triste. Para quem não sabe, o museu na verdade é a antiga casa de Anne Frank, onde ela e a família se esconderam durante segunda Guerra Mundial.

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Após conhecer o museu, pegamos o tram e fomos para o museu de Van Gogh, infelizmente por causa da chuva, todo mundo teve a mesma ideia que a gente e a fila estava enorme, então optamos por não ir e pegamos o tram para a praça Dam, andamos um pouco e fizemos comprinhas, depois voltamos para a Red Light District, pois é o local mais movimentado e animado a noite.

No dia seguinte conseguimos aproveitar antes de ir embora, alugamos duas bicicletas por uma hora na empresa Green Budget Bikes e fomos até Vondelpark, confesso que não andava de bicicleta faz muito tempo e estava com um pouco de receio, mas no final valeu muito a pena, pois não teria como ir para Amsterdam sem nem ao menos tentar andar de bicicleta. Voltamos para o hotel, pegamos as nossas malas e chamamos o táxi para ir embora.

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O que posso falar de Amsterdam? Uma cidade linda, com pessoas receptivas, que pretendo voltar um dia. Espero que vocês também tenham gostado da cidade e do post.

Beijos e até a próxima

Cintia

 

Notre Dame e Hôtel National des Invalides

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vou contar como foi nosso último dia em Paris, então fiquem ligados, pois no próximo post vou começar a falar da nossa viagem para Amsterdam.

Pegamos o metrô e fomos para a Catedral de Notre Dame, que é passagem obrigatória para quem está em Paris! A nave principal dela foi construída entre 1163 e 1245 na Île de la Cité, sendo que até hoje ainda permanecem as obras do restante do projeto. Sua estrutura tem estilo gótico e é considerada uma das mais tradicionais e antigas da capital francesa, a catedral é dedicada a Virgem Maria, por isso seu nome, que significa “Nossa Senhora”. A visita a catedral é de graça, mas a visita as suas torres é paga, optamos por não subir, pois eram 422 degraus e nessa etapa da viagem já estávamos muito cansados.

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De lá fomos andando até a Sainte Chapelle, que é uma igreja de estilo gótico construída entre 1242 e 1248, pagamos € 8,50 pelo ingresso. É considerada uma obra-prima do estilo gótico inicial. Os tetos circulares pintados de azul, cercados por alguns dos vitrais mais antigos da França, são um deleite visual tanto na capela inferior quanto na superior, onde só as janelas medem 15 metros de altura.

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Depois pegamos um táxi para conhecer a Galeries Lafayete, confesso que não ficamos muito tempo, pois nossa visita foi só para conhecer a sua arquitetura, já que tudo era muito caro para o nosso bolso. A loja ocupa 3 edifícios da rua, e eles são divididos em Cúpula Lafayette, Lafayette Homem e Lafayette Casa & Lafayette Gourmet. O prédio principal, chamado de Cúpula Lafayette é o principal, maior e mais antigo.

Pegamos um táxi até Marais, para poder almoçar por lá, depois pegamos um metrô até o “Hôtel National des Invalides” é um palácio mandado construir em 1670 pelo Rei Louis XIV com e cuja finalidade era alojar os soldados feridos na guerra e outros já reformados, como agradecimento pelos seus serviços em nome da monarquia.

A grande atração do Hotel dos Inválidos fica dentro da cúpula dourada, onde se encontra a Catedral de Saint-Louis-des-Invalides que possui a tumba do Imperador Napoleão Bonaparte, líder político e militar francês. O Hotel dos Inválidos tem ainda um museu, que conta como acervo permanente armaduras, espadas, escudos e armas usadas por exércitos dos séculos XIII até a II Guerra Mundial, então para quem gosta de história sobre a guerra, em especial as duas grandes guerras, vale a pena ir e conhecer, mas reserve bastante tempo, pois ele é enorme.

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Espero que vocês tenham gostado do nosso último dia em Paris, não se esqueçam de ficar sempre ligadinhos por aqui.

Um grande beijo e até a próxima

Cintia

 

Palácio e jardim de Versalhes

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vou continuar a nossa viagem pela Europa, e vou falar como foi nossa visita ao Palácio de Versalhes, então fiquem comigo até o final do post. E não esqueçam de ficar sempre ligadinhos no blog, pois logo vou mudar de ares e irei falar sobre a Patagônia.

Acordamos cedo e pegamos o trem na estação que fica em frente ao hotel e fomos para o Palácio de Versalhes, eu e meu noivo compramos a passagem que da direito a viagens ilimitadas ao longo do dia, que valia mais a pena já que iríamos andar bastante no dia. A viagem demora mais ou menos uma hora e chegando em Versalhes foi só seguir o fluxo para encontrar o Palácio. Uma dica importante é chegar cedo e já ter comprado os ingressos pela internet, pois a fila é bem grande e mesmo tendo feito isso, pegamos uma fila de quase uma hora, mas poderia ter sido pior se não tivéssemos com os ingressos em mãos, que custava € 18,00 e dava direito a conhecer o interior do palácio e o jardim.

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O Palácio de Versalhes fica localizado na cidade de Versalhes, subúrbio de Paris, e é um dos palácios mais conhecidos e visitados a nível mundial, são mais de 800 hectares e 2.300 aposentos, por isso é bom separar algumas horas para poder andar e conhecer um pouco da história de Versalhes, se possível um dia todo! Nos jardins você tem a opção de alugar um carrinho de golf para circular mais rápido por ele, se você planeja conhecer tudo, vale muito a pena alugar o carrinho, mas nós escolhemos andar mesmo. de qualquer forma, o legal é deixar se perder pelos jardins e descobrir a beleza em cada canto, inclusive, tem uma fonte que tem show de água, tocando músicas clássicas sincronizadas com jatos de água!

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Após conhecer o palácio e o jardim de Versalhes, fomos em direção ao metrô para ir para o bairro de Montmartre, conhecer a igreja Sacré Coeur, que foi desenhada por Paul Abadie, e fica no alto do boêmio bairro, em uma colina de 130 metros de altura, onde se pode contemplar uma bela vista de Paris. A subida até a igreja pode ser feita de bondinho (que é pago), ou por escada, decidimos então subir pela escada, o que foi legal, pois assim a gente foi curtindo a vista e vendo os trabalhos dos artistas que ficam por ali, muitas pessoas sentam nas escadarias para aproveitar o momento e a vista.

Saindo de lá, fomos andando até encontrar o muro “Eu te amo” ou “Le mur des je t’aime”, que fica no mesmo bairro, em uma pequena praça chamada Place des Abbesses. O muro está escrito em mais de 300 idiomas a frase “Eu te amo”, e a ideia foi de Frédéric Baron, que começou pedindo para amigos e vizinhos escreverem “Eu te amo” no seu idioma materno.

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Após conhecer a praça, pegamos um metrô para a Galeries Lafayette, mas já estava fechada, pois já eram 20:00, então decidimos pegar o metro e voltar para o hotel.

Por hoje foi só pessoal, o próximo post vou falar do nosso último dia em paris, então fiquem ligados.

Beijos e até a Próxima.

Cintia.  

 

 

Paris: Museu do Louvre e Arco do Triunfo

Oi pessoal, tudo bom? Hoje vou falar como foi nosso passeio por Paris e nossa experiência no Louvre, então fiquem comigo até o final.

Tomamos café da manhã no Paul, que fica praticamente ao lado do nosso hotel e depois pegamos o trem para a place de la concorde, que fica situada entre a avenida Champs Élysées e o jardim des Tuileries. A place de la concorde é a maior praça pública de Paris e também a mais bonita, foi construída entre 1754 e 1763 para a colocação de uma estátua real em seu centro. Essa praça foi o cenário de muitas execuções durante a Revolução Francesa, incluindo Luís XVI e Maria Antonieta. Atualmente você encontra na praça duas fontes de inspiração romana e oito estátuas, além do impressionante Obelisco de Luxor, com 22,83 metros de altura, que foi um presente que a França ganhou do vice-rei do Egito em 1836.

Fomos andando pelo jardim des Tuileries, que fica no centro da cidade luz, entre a place de la concorde e o Louvre, perto do Museu d’Orsay, da praça Vendôme e da Ópera Garnier. Antes de ser somente um jardim, Tuileries foi um castelo construído em 1564 por iniciativa de Catherine de Médicis. Ele ocupou um terreno onde existia uma antiga fábrica de tuiles (telhas), daí seu nome. O Palácio de Tuileries foi parcialmente queimado durante a guerra civil em 1871 e demolido em 1883. Atualmente, os jardins deixaram de ser o lugar que no passado era frequentado pelas classes altas que queriam ver e ser vistas, e passaram a ser um agradável passeio rodeado de jardins, pequenos lagos e esculturas de caráter público, onde centenas de parisienses e turistas podem visitar.

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E finalmente chegamos no museu do Louvre, pois todo mundo sabe que uma vez em Paris, você não pode deixar de conhecer o museu mais famoso do mundo, mesmo que você não seja muito fã de museus, ele é parada obrigatória para os turistas. Seu ingresso custou € 15,00 e compramos pela internet, o que foi muito bom, pois não precisamos pegar fila, já que ao pedir informação ao guarda, ele mandou a gente entrar no museu, sem precisar entrar em qualquer fila, foi tudo tão fácil que demoramos um pouco para entender que já estávamos dentro do museu.

O museu do Louvre foi inaugurado em 1793 e tem mais de 60 mil metros quadrados de área, recebe em média 9 milhões de visitantes todos os anos, que se impressionam com seu acervo com mais de 380 mil objetos, que vão desde relíquias do antigo Egito até mesmo pinturas modernas, todos muito valiosos. Para se ter mais praticidade, devido ao tamanho do museu, o melhor é pegar um guia que mostra onde fica todas as obras, assim se você não tiver tanto tempo como a gente, vai direto nas obras mais importantes que você gostaria de conhecer.

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Tomamos um lanche em um dos cafés que ficam no Louvre e depois fomos andando até a pont des arts (ponte das artes), feita de ferro e com seus inúmeros cadeados simbolizando o amor dos casais. Nossa ideia inicial era ir até lá apenas para conhecer e tirar fotos, já que achávamos que não poderia mais colocar cadeado na ponte devido ao peso estar prejudicando a estrutura, mas ao chegar lá, haviam algumas pessoas vendendo cadeado e outras colocando seus cadeados na ponte, então resolvemos comprar o nosso ali mesmo e simbolizar o nosso amor também.

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 Voltamos andando para o Louvre e pegamos o metro para conhecer o Arco do Triunfo, que junto com a Torre Eiffel é o monumento mais representativo de Paris. Ele fica localizado no encontro das avenidas Charles de Gaulle e Champs-Élysées, no centro de Paris, mas para chegar até ele, precisa passar por uma passagem subterrânea. Este grande ícone da história francesa foi projetado por Jean Chalgrin, em 1806, a mando de Napoleão Bonaparte para comemorar as vitórias militares do imperador francês, mas só após 30 anos, em 1836, o Arco do Triunfo foi inaugurado e nele estão gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais que lutaram junto a Napoleão.

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Como o Arco do Triunfo tem 50 metros de altura e não conta com elevador, optamos por não subir nele, pois já estávamos muito cansados. Então decidimos dar uma volta na Champs-Élysées, e paramos para conhecer a Ladurée, que é a pâtisserie mais clássica e famosa de Paris, foi criada em 1862, e desde então os macarons Ladurées são considerados uns dos melhores de Paris. Após fazer nossas comprinhas de macarons, voltamos para o hotel e jantamos no restaurante Swann et Vincent, que já conhecíamos de um outro dia e decidimos voltar.

Espero que vocês tenham gostado de mais um dia em Paris, fiquem ligados que teremos muito mais.

Beijos e até a próxima.

Cintia

Disneyland Paris

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Para quem não sabe eu sou apaixonada pela Disney e era impossível ir para Paris sem conhecer o parque de lá, então fiquem ligados porque hoje vou falar como foi conhecer a Disneyland Paris (antiga Euro Disney).

Acordamos cedo e fomos tomar café em uma padaria que estava inaugurando, o Paul, que para quem não sabe é bem conhecida por lá, tem em todos os lugares. Quando chegamos eles tinham acabado de abrir as portas e não tinham nem mesa e cadeira para sentar, mas logo eles providenciaram para a gente e foram muito receptivos. O lugar era pequenininho, mas bem aconchegante, vale muito a pena, o croissant era uma delícia e muito barato, depois de descobrir o Paul só tomamos café da manhã lá.

Depois do café da manhã fomos para a estação de trem, que fica em frente ao nosso hotel, e pegamos o trem para a Disneyland, não precisa se preocupar em comprar com antecedência nem nada, compramos a passagem na hora mesmo sem dor de cabeça. A viagem demora em aproximadamente uma hora, mas infelizmente não tivemos muita sorte, o que foi normal até agora em Paris, pois faltando apenas uma estação para chegarmos no parque, o trem parou e pediu para que todos saíssem, por causa de uma mochila suspeita que deixaram no trem, e que lá eles já consideram a possibilidade de ser uma bomba. Imagina como ficamos assustados, até porque não estávamos entendendo muito bem o que estava acontecendo, quando perguntamos a uma funcionária, ela explicou sobre a bomba, sem esconder nada da gente e como se estivesse tudo normal, acho que esse cuidado que eles tem com objetos perdidos já fazem parte da vida deles.

Devido a essa pequena confusão todos que estavam no trem tiveram que pegar um ônibus que levava para a Disneyland, só que o trajeto desse ônibus demorou quase uma hora a mais. Íamos chegar na hora do parque abrir e por causa desse imprevisto chegamos quase uma hora depois que o parque abriu, nossa sorte foi que pelo menos já tínhamos comprado os ingressos pelo site, que custou  € 60,00 para os dois parques, valendo por 24h.

Reservamos a parte da manhã para conhecer o Parque Walt Disney Studios, que se parece um pouco com o Hollywood Studios e a parte da tarde para ir no Parque Disneyland, que é mais parecido com o Magic Kingdom, mas de qualquer forma vou tentar não comparar muito com os de Orlando, pois vou ser bem sincera com vocês, o parque de Orlando é bem maior e melhor, sendo que alguns brinquedos são os mesmos e além disso alguns deram problema enquanto estávamos na fila. Então caso você tenha que escolher só um parque para conhecer, não tenha dúvida de Orlando (caso você não se importe com parques maiores e mais cheios), mas como eu tenho uma meta de conhecer todas as Disneys do mundo, já valeu a pena conhecer.

O Parque Walt Disney Studios é bem pequeno e as atrações são bem próximas, o que facilita para andar pelo parque, mas o tempo estava fechado e acabou desanimando a gente, por isso fomos em poucos brinquedos. Eu queria muito ter ido no Ratatouille, que é um simulador 4D e só tem nesse parque, porem esse foi um dos brinquedos que deu problema e estava fechado na hora que estávamos no parque. Então fomos no Studio Tram Tour:Behind de Magic, que é um trem que passa pelos bastidores dos estúdios e no final do tour você assiste uma cena de explosão e inundação, eu achei bem legal, apesar de achar que o de Orlando, que era fechado, foi melhor. Também fomos no Armageddon, que mostra os efeitos especiais usados em alguns filmes.

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Quando já estávamos cansados desse parque, decidimos ir para o Disneyland, que foi onde a magia começou, pois não importa muito se o castelo é da Cinderela (como o de Orlando), ou da Bela Adormecida (como o de Paris), você já começa a sentir a magia ao ver o castelo. Decidimos ir no Pirates of the Caribbean, que parece bastante com o de Orlando, mas tem algumas coisas no interior que são diferente. Fomos na Phanton Manor, que também é muito parecida com a de Orlando, mas parece que a de Paris é um pouco mais assustadora, esse também foi um dos brinquedos que deu problema na hora da fila e tivemos que voltar depois.

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Fomos também no Buzz Lightyear Laser Blast, onde você embarca em carrinhos na missão de atirar em alvos com o símbolo Z, essa atração também tem em Orlando e é muito parecida. E no final não deixem de assistir o show Disney Dreams, ele é lindo, tem projeções e fogos de artifício, é bom chegar uns 40 minutos antes para pegar um bom lugar.

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Após o show terminar saímos do parque e pegamos o trem para voltar para o hotel, dessa vez foi tudo mais tranquilo e fácil, a viagem foi de mais ou menos uma hora e no final deu tudo certo!

Beijos e até a próxima

Cintia

 

Paris: Museu de Rodin e Torre Eiffel

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vou contar um pouco sobre como foi nosso segundo dia em Paris, com os passeios e alguns, então fiquem ligados.

Acordamos cedo e fomos procurar algum lugar para tomar café na região, acabamos parando no La Chope Daguerre, um restaurante que pareceu ser bem antigo e tradicional no local, o único problema, na minha opinião, foi o cheiro forte de cigarro, mas isso é muito comum em Paris, já que lá é permitido fumar em lugares fechados, então caso você também não goste muito do cheiro do cigarro vai ter um pouco de dificuldade de encontrar lugares para comer.

Depois do café pegamos o tour de ônibus da empresa Paris L’ open Tour , um dos pontos dele fica pertinho do hotel, já que ele ficava próximo as catacumbas, e dá para ir andando. Nós já tínhamos comprado os tickets pela internet, que também podem ser adquiridos no ônibus com o motorista, ao custo de € 32,00 mas infelizmente não posso dizer que indico essa empresa, achamos o áudio com as explicações muito ruins e dessincronizadas, no final estávamos pegando o ônibus mais para se locomover do que para conhecer a história do lugar.

Nossa primeira parada de ônibus foi para conhecer o museu de Rodin (que fica quase que ao lado do Musée de l’Armée ou Hôtel des Invalides e do mausoléu de Napoleão, que fomos em outro dia), o ingresso foi comprado lá mesmo e o valor normal dele é € 10,00, mas para menores de 25 anos custa € 7,00, como chegamos cedo não pegamos nenhuma fila e foi tudo muito tranquilo. O museu foi inaugurado em 1919 e possui o maior acervo de Auguste Rodin, com cerca de 6.600 esculturas de diversos materiais, além de pinturas, rascunhos e fotografias, todos assinados pelo artista ou relacionados a ele de alguma forma. Já o jardim é um passeio a parte, entre um canteiro e outro você pode ver algumas de suas obras. Vale a pena ir com o tempo bom para conhecer suas belezas e aproveitar bem o local.

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Pegamos nosso ônibus e fomos conhecer a famosa Torre Eiffel, já tínhamos comprado nossos ingressos pela internet e custou € 17,00 com direito a acesso aos três andares da torre, como eles são com horário marcado foi bem tranquilo e não tinha fila. Chegando perto da torre você consegue ver o quanto ela é bonita e enorme, por isso quem tem muito medo de altura é melhor pensar bem, antes de comprar os ingressos, pois meu noivo já tinha comprado o ingresso para ir ao topo da torre com a gente, mas chegando no meio do caminho o elevador ( que por sinal são os mesmos que Gustave Eiffel instalou em 1899) faz uma parada, para quem comprou só até aquela parte, como descemos para conhecer, ele ficou bem assustado com a altura e não quis ir ao topo depois.

Mas para quem não tem medo de altura vale muito a pena subir ao topo, a vista é linda. Só tenha muito cuidado com seus pertences pois naquela região tem muito perigo de assalto e eles estão sempre alertando para tomar cuidado até lá dentro da torre. Depois de descer fomos tirar algumas fotos e comer crepe de chocolate perto do carrossel, uma delícia.

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Pegamos o ônibus para conhecer um pouco mais de Paris, mas o transito estava muito ruim e por isso decidimos saltar pouco depois do Louvre, e aproveitamos para andar um pouco pela região e conhecer melhor a cidade. Como estava chovendo um pouco, decidimos voltar para o hotel mais cedo e pegar o metrô, ao entrar na estação percebemos que estávamos sendo seguidos por dois homens, que não fizeram a menor questão de disfarçar, mas conseguimos despistar eles dentro da estação de metrô (sim, algumas estações são tão grandes que é possível fazer isso), como acabamos entrando na baldeação “errada” para despistar os dois homens, percebemos que estávamos perto do museu de Rodin e que por ali tinha o ponto do nosso ônibus, já que estávamos nos sentindo um pouco inseguros decidimos pegar o ônibus e voltar para o hotel.

A maioria dos turistas em Paris estão acostumados com o padrão europeu de segurança, então as pessoas “dão moles” que nós no Brasil não costumamos dar, como andar com celular no bolso de trás com metade dele para fora, deixar a mochila nas costas em um trem mais vazio, o que dá chance aos bandidos tipo “mão leve”. O grande problema para a gente nesse dia foi que não esperávamos algumas abordagens mais ostensivas como vimos, de sermos seguidos ou apontados por alguns grupos, além de sequer entendermos o que as pessoas falavam ao nosso lado, por isso nos sentimos muito inseguros nesse momento. Mas nos dias seguintes, foi como disse o meu noivo: Nós entramos com a mentalidade de quem mora no Rio de Janeiro, e passamos a ter mais atenção no entorno, o que nos deu mais segurança.

Então como eu já tinha falado que não ia esconder nada de vocês, Paris não é um mar de rosas, essa foi nossa segunda decepção, pois vimos que não é muito seguro andar por Paris e você tem que estar sempre atento ao seu redor.

Beijos e até a próxima

Cintia

Paris: Moulin Rouge

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vou falar da nossa chegada turbulenta a Paris, então fiquem ligados, pois não vou esconder nada de vocês.

Pegamos táxi do nosso hotel em Londres para a estação St Pancras, onde iríamos pegar nosso trem para Paris, mas antes aproveitamos que estávamos ao lado da estação King’s Cross e fomos conhecer a famosa plataforma 9 ¾, que é parada obrigatória para os fãs de Harry Potter. Dizem que a fila para tirar foto na plataforma costuma ser bem grande, mas demos sorte e não pegamos muita gente na nossa frente, lá também fica um fotografo que caracteriza as pessoas com alguns acessórios para a foto, que pode ser vista e comprada na lojinha temática que tem ao lado da plataforma. O legal é que eles deixam você tirar foto com sua própria máquina, o fotógrafo inclusive cede o lugar dele para isso.

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Nossa viagem de trem para Paris foi bem tranquila, e assim que chegamos tivemos nossa primeira impressão de União Europeia: Assim que desembarcamos do trem, na estação Gare du Nord, não tivemos que passar pela alfandega, e a saída é quase como saltar na Central do Brasil, hahaha. O problema mesmo foi chegando lá, pois estava tendo uma manifestação na quadra do nosso hotel e o táxi não conseguia chegar lá por nada,  acabamos descendo a algumas quadras do hotel e tivemos que andar com a mala na mão completamente perdidos, pois estávamos em um lugar que não conhecíamos, em um momento não muito legal.

Nosso hotel era o Hôtel Du Midi Paris Montparnasse, fechamos ele pelo booking, e confesso que as fotos podem dar uma enganada, inclusive meu noive passou a viagem toda falando que o hotel seria o melhor, por causa das fotos, mas de qualquer forma valeu a pena por ficar em frente a estação de metrô e trem Denfert-Rochereau, e também estação do ônibus que vai para o aeroporto Charles de Gaulle, apesar de não termos usado. O hotel também fica muito próximo as Catacumbas de Paris, onde acabamos optando por não ir, pois não é um tipo de passeio em que curtimos.

Depois de conhecer nosso hotel, fomos jantar em um restaurante bem pertinho dele, o Swann et Vincent, onde adoramos a comida, eles servem uma massa deliciosa, tanto que decidimos voltar outro dia e meu pai pediu o mesmo prato, que foi o prato principal da casa. Saindo do restaurante pegamos o metrô para assistir o Moulin Rouge, que é um show que vale a pena conhecer quem tem curiosidade, porém eu não voltaria, pois é um pouco cansativo.

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Uma dica legal é que compramos o ingresso pelo próprio site do estabelecimento, e lá eles dão algumas opções de jantar, acabamos optando pelo mais barato, sem o champagne, o que no final não valeu muito a pena, pois todas as mesas ao nosso redor tinham champagne, então a gente começou a ouvir o barulho da rolha saindo por pelo menos uns cinco minutos direto, o que fez a gente ficar com vontade de tomar também, mas ao ver o preço no cardápio, que era quase o dobro, acabamos desistindo de pedir.

O show é um pouco longo e acabou bem tarde, por isso decidimos pegar um táxi para voltar, ficam alguns táxis parados na porta esperando o término do show. Como nós não falamos além do frânces básico, apresentamos o cartão do hotel para o motorista do táxi e deu tudo certo.

Gramado: Vinhedo Ravanello e Aldeia do Papai Noel

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vou falar como foi nosso último dia em Gramado, então continue com a gente para ver essa viagem até o final.

Logo de manhã saímos para a loja de Cristais de Gramado, que foi inaugurada em 2002, e tornou-se referência na fabricação de cristais. Lá você encontra decoração, louça, semijoias, entre outras coisas, tudo de muito bom gosto e com preços variados. O legal também é ver a fabricação de algumas peças que ficam expostas para vender, pois apenas um vidro separa você do artista. Enquanto você está fazendo a visita na loja, acontece uma apresentação de mais ou menos trinta minutos em uma sala reservada, por isso é bom ficar atento ao som do microfone, pois elas avisam o horário que vai começar a apresentação para quem quiser ver melhor como são feitas algumas peças.

Saindo de lá queríamos ir para o Snowland, que é o primeiro parque de neve indoor das Américas. Só que infelizmente estava muito cheio e a moça que trabalha lá avisou a gente que tinha fila de duas a três horas para ir nos brinquedos. Então decidimos não ir, pois íamos perder muito tempo na fila para ir em poucos brinquedos. Uma dica para ter um pouco mais sorte que a gente, é ir em dias de semana e chegar bem cedo, antes do parque abrir, ou chegar no final da tarde, quando muita gente já foi embora. Dessa vez ir em dia de semana não funcionou para a gente, pois o lugar estava lotado mesmo assim.

Decidimos almoçar no Galeto Itália, pagamos R$ 55,00 por pessoa e tínhamos direito a buffet completo, servido na mesa e em uma estação, a massa por sinal estava uma delícia! Vale a pena pra quem come bem, o legal é ir com fome e fazer valer a pena. Depois do almoço decidimos conhecer o vinhedo Ravanello, pagamos R$ 30,00 por pessoa e tínhamos direito de degustar três vinhos. Lá você conhece um pouco como é feito o vinho e a história dele, o tour começa pela plantação de uvas e depois a gente entra em um espaço para conhecer os equipamentos e maquinas destinados para a produção, a duração da visita é de mais ou menos uma hora, e é bem legal para quem gosta ou quer conhecer um pouco mais sobre vinho, eu confesso que o que eu queria mesmo era pisar nas uvas e infelizmente isso não teve. Rs

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Depois do passeio no vinhedo, algumas pessoas do nosso grupo decidiram ir para o hotel descansar, mas eu e um outro grupo decidimos ir para a Aldeia do Papai Noel. O ingresso custou R$ 28,00 por pessoa e eu confesso que só fui mesmo porque tinham pessoas que estavam comigo que ainda não conheciam, mas a Aldeia do Papai Noel parece estar tão abandonada que não vale muito a pena ir mais de uma vez, pois não tem novidades faz tempo. O espaço é bem grande, tem a casa do papai noel, a árvore dos desejos, o chalé dos ursos, fábrica de brinquedos, trenzinho, mirante e algumas renas de verdade. Fizemos um passeio de mais ou menos uma hora para o pessoal que estava comigo conhecer e depois fomos embora.

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Fomos para o hotel nos arrumar para passear no centro e fazer algumas comprinhas, na hora de jantar decidimos ir para o restaurante Boreal Ice Bar, onde já tínhamos comprado os ingressos do bar de gelo junto com o do mundo de chocolate, lembram? Só que o que a gente não sabia é que o bar de gelo fica dentro de um restaurante que tinha musica ao vivo e estilo alpinista, todo o ambiente temático. O bar estava até vazio, mas decidimos primeiro jantar para depois ir lá, só que depois reparamos que quanto mais tarde ficava mais o bar de gelo estava começando a ficar movimentando, então decidimos ir logo nele para não perdermos tempo.

Antes de entrar eles colocam um casaco bem pesado na gente e luvas, mas é bom você estar de calça e sapato para poder aguentar o frio lá dentro e poder aproveitar, pois não tem tempo para ficar lá, é quanto tempo você conseguir ficar no frio de -13º. Logo quando você entra no bar de gelo, tem direito a tomar um drink de cortesia, caso queira tomar outros são pagos, lá tem algumas esculturas de gelo onde só os fotógrafos deles podem tirar fotos, pois quando você sai do bar pode ver suas fotos em um computador e comprar quantas você quiser.

Espero que vocês tenham gostado do nosso último dia em Gramado, fiquem ligados pois daqui vamos direto para Curitiba.

Beijos e até a próxima

Cintia

Gramado: Lago Negro e Mini Mundo

Oi pessoal, tudo bom com vocês? Hoje vamos continuar nossa viagem para Gramado, onde fomos conhecer o famoso Lago Negro e o Mundo de chocolate, então embarque nessa com a gente e continue lendo o post.

Saímos cedo para conhecer o Lago Negro, que apesar de eu já ter ido algumas vezes para Gramado, nunca tinha ido lá. O lago é bem grande, mas conseguimos dar uma volta nele com mais ou menos meia hora de caminhada leve, parando algumas vezes para poder tirar fotos e ver as tartarugas tomando sol. Lá também tem pedalinho para fazer um passeio e uma pequena feirinha de artesanato do outro lado da rua. Um ótimo lugar para fazer passeio em família e levar crianças, pois é um lugar bem tranquilo para fazer caminhadas e se exercitar, sem falar que seus arredores também são ótimos lugares para tirar fotos, inclusive, logo ao lado do lago fica uma pracinha com uma uma escultura do estilo “IAmsterdam” para as pessoas tirarem fotos.

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Saindo do Lago Negro, fomos para o Mini Mundo, um parque ao ar livre, que reúne castelos, casas, ferrovias e cartões-postais de diversos países, onde tudo é 24 vezes menor do que a realidade. O ingresso custa R$ 28,00 e vale a pena, é um passeio em que a família toda pode curtir as cidades em miniaturas.

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Depois fomos para o centro de Gramado almoçar no restaurante Di Pietro, que eu já conhecia, adoro a comida deles e toda a sua decoração. O restaurante é self service e custa R$75,00 o kg, ele fica ao lado da igreja matriz São Pedro Apóstolos. Então saindo do restaurante, demos uma passada na Fonte do Amor Eterno, que também fica do lado da igreja. A fonte ficou famosa depois que colocaram um cercadinho de metal, onde casais podem eternizar o seu amor com cadeados, o que acabou deixando a fonte ainda mais bonita e atrativa.

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Demos algumas voltinhas pelo centro e depois fomos para o Mundo de Chocolate, um parque com mais de 200 peças esculpidas em chocolate, distribuídas em 3 mil metros quadrados, que juntas somam 30 toneladas do doce. Muito legal e bem diferente dos outros lugares que fomos, custa R$ 28,00 o ingresso individual ou R$ 45,00 se for comprar o Ice bar junto, o que acabamos fazendo, mas deixamos o Ice bar para outro dia. O lugar não é tão grande, então a visitação é rápida e você pode tirar fotos das obras feitas de chocolate, mas no último cômodo eles pedem para não tirar fotos, pois eles vendem as fotos tiradas pelos fotógrafos deles. O legal também é que no final da visitação você tem degustação a vontade dos chocolates da Lugano, que são uma delícia, e se você quiser, também pode fazer o seu próprio chocolate, mas para isso é pago a parte.

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Fomos para o hotel nos arrumar para ver o nosso último show do Natal Luz, mas antes passamos na Pastelaria do Beiçola, que infelizmente devido ao grande movimento na pastelaria, a demora para os pasteis ficarem prontos foi grande, muita gente cancelou, e acabou que tivemos que comer o nosso com tanta pressa que nem degustamos direito. Depois fomos ver o Desfile de Natal, que é muito animado e divertido, com várias crianças, danças e fantasias diferentes, no final ainda tem neve artificial para os convidados se divertirem e tirar muitas fotos.

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Depois do Show fomos para o hotel e pedimos um carro que nos levou para o restaurante Vale o Quanto Custa, acabou que eu não comi nada pois não gostei muito da cara da sopa que tinha exposta lá, mas o pessoal que estava comigo pediu pizza, que no final eles acabaram achando um pouco cara.

Espero que vocês tenham gostado de mais um dia em Gramado, fiquem ligados que o próximo post vai ser sobre o nosso último dia na cidade mais natalina do Brasil.

Beijos e até a próxima

Cintia